segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Primeiro dia de férias...

Done: 
- Ir cortar o cabelo na lua quarto crescente;
- Ir trocar os pontos do cartão Galp (perdi 7000! :O);
- Acabar de ler o livro A Bastarda de Istambul e começar um novo;
- Ir ao ginásio fazer duas aulas.
Ao fim de 5 minutos da primeira aula tive de abrandar porque comecei a ver tudo preto e, entre as duas aulas, tive de vir à rua descansar e beber um café porque estava, de novo, a ver tudo preto e a andar à volta...


To Do:
- Arrumar a casa toda;
- Limpar frigorífico e chamar alguém para o arranjar;
- Trocar os pneus de trás pelos da frente e mandar alinhar a direcção;
- Deitar tudo o que não uso fora;
- Marcar limpeza de pele;
- Marcar dentista;
- Fazer máquinas de roupa, trocar toalhas e lençóis de cama;
- Marcar depilação;
- Fazer planos de dieta e iniciar a mesma;
- Experimentar cozinhar Millet, Trigo sarraceno e Amaranto.

Vamos ver como correm o resto das férias, mas hoje foi muito fraquinho em termos de tratar da casa...

domingo, 20 de setembro de 2015

Mente depravada

Alguém me explica porque tenho uma mente tão depravada? Porque é que quando o meu colega me diz que tem uma banana deste tamanho (e abre os braços em cerca de 30 cm)  e que a vai comer, eu fico toda roxa e choro de tanto rir? Já não tenho idade para estas coisas!!

domingo, 13 de setembro de 2015

Complexidades...

 

As pessoas são complexas. Lembro-me de pensar isto enquanto estava a estagiar. Hoje em dia está muito na moda falar-se em doenças psiquiátricas ou problemas do foro psicológico, mas as pessoas comportam-se de maneira diferente conforme os dias, o humor e o local onde estão.

Eu, por exemplo: No emprego, por vezes, sou muito stressada, ponho em causa o que faço e tenho algum medo quando começo a ver muitos burburinhos. Apanho segredinhos do ar e faço grandes filmes. Tenho medo de ser despedida ou de fazer parte das estórias e teorias que vão sendo inventadas. Consigo ser mesmo paranóica! Outras vezes sou calma e segura de mim mesma. Ouço música, ponho um sorriso na cara, faço tudo bem à primeira e acho que somos todos da mesma equipa e estamos lá para nos ajudar. 

Às vezes depende do ambiente que me rodeia, outras da maneira como comecei o dia, outras de alguma coisa que ouço ou vejo… 

(Tento ser simpática com todos, mas nem sempre estou com o mesmo humor)

­­­­Em casa e na minha vida pessoal, normalmente, sou exactamente o contrário. Gosto da minha solidão e vivo bem com ela. Não me importo tanto com as opiniões dos outros e se tiver de mandar alguém “catar macacos” não tenho qualquer problema com isso. Sou bem capaz de bater com o pé no chão e fincar as minhas ideias. Outras vezes, fico carente e pergunto mil e uma vezes se gostam de mim e porquê? Preciso de mimo e abraços.

Como li no blogue da Krasiva , há dias para todos os gostos e o meu humor vai variando, assim como varia o tempo lá fora, as pessoas e os lugares. 

Às vezes estamos bem, outras não! Às vezes temos uma opinião de manhã e outra à tarde. O humor varia. O conhecimento também. E não é vergonha nenhuma mudarmos a nossa maneira de pensar, a nossa maneira de agir, conforme o dia, a companhia e o lugar. Desde que sejamos sempre verdadeiros connosco próprios!

sábado, 12 de setembro de 2015

Eu deixo-me afectar por livros!


Ontem passei grande parte do dia a ouvir Jonnhy Cash e, já há algum tempo, andei na Internet a pesquisar comidas turcas e arménias no Google images...

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Medo e preguiça!

Medo e preguiça, dois factores que atrapalham a minha vida, mas que eu não consigo ultrapassar.

Não gosto de conflitos, nunca gostei e, por vezes, isso faz com que me cale e não dê as minhas opiniões. Umas vezes porque acho que as minhas opiniões são menos válidas que as das outras pessoas e tenho medo de não estar tão bem informada, outras vezes porque não vale a pena o conflito de ideias. Gosto do meu sossego!

Não é que não fale. Já na primária me chamavam a grafonola, mas em opiniões fracturantes na sociedade (políticas internas ou externas, desporto, prioridades, etc.) muitas vezes, prefiro estar calada ou acenar, dando a entender que compreendo a posição da outra pessoa, mas sem me comprometer ou concordar. Acho que o respeito nas relações é essencial, no entanto, com esta minha posição, acabo por me anular e ouvir mais disparates dos que aqueles que devia, ou, melhor dizendo, anular-me e não mostrar aos outros aquilo que sou e penso.

Neste caso o blogue ajuda. Posso ter amigos e família a lerem o blogue, mas aqui sou eu e digo o que quero, ainda que não tanto quanto deveria!

Em relação à preguiça, por vezes ponho-me a pensar que devia mudar a minha casa – pintar, arranjar cortinados e candeeiros, comprar estantes, colocar quadros e fotografias nas paredes e arrumá-la. Sobretudo arrumá-la! Deitar fora os tarecos que me ofereceram na primária e que eu ainda guardo porque me fazem lembrar que, em determinada altura, alguém se importou e pensou naquele presente para me dar. Arrumar a roupa toda por tamanhos – com os quilos que engordei os tamanhos vão do 36 ao 42 - e não a quero dar toda porque ainda tenho esperança de vir a perder as banhas de bebé!

Já cá estou há dez anos e muitas vezes penso que ainda não acabei de me mudar! Faço o básico e sobrevivo, mas parece que muita coisa ainda não está completa e, no meio do que está por fazer, encontro alguma paz. Como se assim dissesse a mim mesma: Amanhã podes voltar que ainda há trabalho, ainda tens coisas para fazer, para acabar. E quando deixar de as ter? Quando deixar de ter de pensar nestas coisas e tiver de arrumar só o básico? E quando for só a rotina, sem ter nada que me preocupe? O que faço depois? Ao fim de tanto tempo, às vezes fico triste porque ainda preciso de arrumar e arranjar muitas coisas, outras vezes é isso que me traz paz. Fará isto algum sentido?

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Hoje foi um bom dia!

Começou mal com dores de barriga e de cabeça e um bafo quente que não se podia estar no meu local de trabalho. Eu com uma vontadinha de trabalhar... :S Mas depois de duas reuniões saio do trabalho com uma lágrima ao conto do olho. É bom quando nos apoiam, quando reconhecem o nosso trabalho. Sentir que se preocupam connosco, que nos ensinam, apostam em nós e gostam da nossa evolução.

Eu não sei como funciona a maioria das pessoas, mas comigo se demonstrarem apoio e reconhecimento a seguir esforço-me a dobrar para mostrar que valho a confiança que depositam em mim! No fim agradeci todo o apoio, porque apesar de saber o que valho, não podia deixar de agradecer a quem me ensinou tanto!

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Outlander

 Já há muito tempo que não tinha uma fixação tão grande por uma série. Vi a série, ouço as músicas com os vídeos da série, sigo os actores no Instagram e no Twitter e comprei o primeiro livro em inglês para ler. Nota-se que estou viciada?


 Follows the story of Claire Randall, a married combat nurse from 1945 who is mysteriously swept back in time to 1743, where she is immediately thrown into an unknown world where her life is threatened. When she is forced to marry Jamie Fraser, a chivalrous and romantic young Scottish warrior, a passionate relationship is ignited that tears Claire's heart between two vastly different men in two irreconcilable lives.

domingo, 6 de setembro de 2015

Refugiados!

Para uma explicação do que está a acontecer podem ver melhor AQUI

Infelizmente acerca deste assunto já se ouviu de tudo. Ai os nossos pobrezinhos em Portugal, ai os nossos empregos e até teorias da conspiração (em que se estaria a tentar enviar terroristas para a Europa para a construção de um Califado, uma vez que países como a Arábia Saudita, o Qatar, os Emirados Árabes Unidos, Kuwait não estão a aceitar refugiados).

Para mim, tudo desculpas de quem não vê que são pessoas iguais a nós, que podíamos ser nós e que todos temos o dever de ajudar.

Abaixo os muros e as fronteiras e vamos AJUDAR! Podem ver mais AQUI.

De resto só posso acrescentar que durante 19 anos da minha vida vivi ao lado de um prédio com refugiados, de Timor e da Bósnia e sempre nos demos bem. Não, não vivem como reis e senhores e  não, não roubam empregos. Muitos só querem uma vida melhor. Voltar para os seus países e viver em paz! Cabe-nos a nós ajudar!

Conversas de cabeleireiro

Dizia-me ontem uma senhora (que arranjava os pés ao meu lado): "Podemos estar muito em baixo, muito tristes, mas temos sempre de por uma cara alegre!"

Eu não concordo. Ou melhor, eu não consigo! Eu se estou triste não consigo sorrir e fingir que está tudo bem. E quando estou feliz extravaso!

Dizia ainda  essa senhora por entre dentes e com algum medo: "Eu só vou dizer isto uma vez, mas estamos a voltar ao Estado Novo. Os ricos estão cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres."

De seguida falámos das penhoras que as Finanças fazem às pessoas, de algumas que se chegam a suicidar e da pobreza em geral, do mal que se ganha e dos direitos que se vão retirando aos trabalhadores. Quando chegámos aos recibos verdes foi a vez da pedicure falar dos descontos que faz e do mal que se recebe.

No fim a senhora colocou uma cara alegre e falou das netas e da cor do verniz que pode ou não pôr para não vir a ser criticada, que a vida é para a frente e sempre com cara alegre (apesar de todo o peso e revolta que as pessoas vão carregando no peito)!

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Em baixo...



 Não ando bem!!

Cada vez engordo mais e não percebo porquê! 

Estava à espera de boas notícias para este mês e vou ter de adiar mais um pouco. 

Deixo-me afectar por tudo, opiniões alheias, bocas, notícias, mudanças... 

Segundo uma amiga não tenho filtros e confio muito nas pessoas. (Pelos vistos não aprendo!)

Há dias em que tudo custa horrores e até o trabalho normal parece de outro mundo. Dias em que me esqueço de como se escrevem as palavras e me engano imensas vezes. Dias em que tenho que rever tudo. Dias em que ando à volta nas rotundas por não me lembrar da saída certa. Dias em que saio na saída anterior da autoestrada e só ao fim de algum tempo me dou conta que estou completamente perdida.

Ando cansada, desiludida e a precisar urgentemente de descansar... (este último fim de semana foi passado a trabalhar)

Às vezes custa construir e viver na nossa bubble of happiness.