quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Uma questão de tamanho!


Não sei se já repararam mas os tamanhos na Primark mudaram, o que o ano passado era o "S" (38/40), agora é o "M" (na mesma o 38/40) e eu, como engordei, tive de ir comprar pijamas novos. Saí de lá meio deprimida, mas com 3 pijamas, 2 calças de flanela com padrão tartan e quatro novos pares de meias.

Quando cheguei a casa fui arrumar os meus antigos pijamas e disse ao meu namorado que os ia guardar para quando estivesse mais magra. Ele respondeu-me que eu em 18 anos nunca estive mais magra! Ora eu, que já uma vez perdi 15kg, fiquei tristinha. No fim ele disse-me que magra ou gorda sempre me adorou e eu, no fundo, sempre me senti muito amada e sei que isto é verdade. 

E agora, se o agradar ao meu namorado deixa de ser motivo para perder peso, será que a minha saúde e o meu reflexo ao espelho me chegam?

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Ciúmes

Não entendo este sentimento. Se amas alguém de verdade queres ver essa pessoa feliz, ainda que não seja contigo e te custe a tua felicidade. Se o queres contigo e sabes que ele já não gosta de ti, isso será demasiado amor-próprio teu, mas pouco respeito e carinho pela pessoa amada e em última análise por ti mesmo.

As pessoas devem ser livres e devem respeitar as liberdades dos outros. Amor é isso mesmo, respeito pela nossa liberdade e pela dos outros. Até hoje acho que me chateei umas duas ou três vezes (namoro há 18 anos). Na última vez estávamos numa loja de óptica e a senhora que estava a atender o meu namorado pôs-lhe a mão no ombro e piscou-lhe o olho. Ora, se fosse ciúmes seria em relação a ele, certo? Eu chatear-me-ia com a atitude dele? No entanto o que me chateou foi o descarado da atitude da senhora mesmo na minha cara. A falta de respeito… e de brio profissional. Será isto enquadrado no sentimento de ciúmes? Mais uma vez afirmo: não compreendo de todo o sentimento!

 Já nas amizades sou a mesma coisa. No 8.º ano tive um amigo que, com um grande discurso, me explicou porque se tinha afastado de mim. Vou ser sincera: nem dei pelo afastamento. Se os meus amigos querem estar ao meu lado tudo bem, se não querem é para a frente que é o caminho. Quem gosta gosta, quem não gosta “que vá cagar à mata”! E há alturas em que me apetece sair e outras não. Se isto é verdade em relação a mim, também o há-de ser em relação aos meus amigos, portanto se não querem estar comigo eu prefiro não assumir nada. Não estou com um, estou com outro, sem stresses!

Só houve uma coisa que até hoje não permiti: não me dêem a escolher! Se me disserem: tens de escolher entre mim e a fulana tal, eu escolho sempre quem não me deu a escolher, quem não me retirou a minha liberdade. Ainda que no fim possa ficar sozinha. Estou muito bem comigo mesma!

Há por aí alguém que me explique porque são os ciúmes bons ou porque são “normais”  nas pessoas? E não são os ciúmes, também, falta de confiança nas pessoas?

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Comunicação


Na maior parte das vezes eu não me ofendo com o que me dizem, mas sim a maneira como me comunicam as coisas. Embora este assunto possa dar uma dissertação gigante, existem maneiras diferentes de dizer as coisas. Muitas vezes depende da atitude com que as coisas são ditas. Ora, se as coisas me são ditas de forma arrogante, em que se pressupõe que a outra pessoa sabe mais que eu, isso leva automaticamente a uma resposta torta da minha parte. Detesto mamãs com a mania que têm sempre razão… Lamento.
O mesmo se aplica à forma como eu comunico, que vai desde o passivo ao agressivo, dependendo das pessoas. Nem sempre consigo ser assertiva, porque nem sempre me consigo controlar e contar até dez. Já tive alguns dissabores por causa disto, mas creio que o “saltar a tampa” acontece a todos. No meu exemplo pessoal existe uma agravante: como normalmente sou passiva demais vou “aceitando” muita coisa e o copo vai enchendo, quando explode, o que é raro, saltam estilhaços para todo o lado e normalmente sai asneira!
E vocês conseguem-se controlar ou também têm dissabores?

sábado, 10 de outubro de 2015

De olhos em bico!

Comidas preferidas de quem tem de trabalhar em mapas excell, especialmente ao fim de semana? Chocolate de avelãs e café. Depois diz que está gorda!

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Dizer tudo o que se pensa?

Ontem, com alguma raivinha, vim aqui desabafar de uma coisa que não me agradava em colegas do emprego. Continuo a não gostar e o que eu disse não era mentira, mas fui muito pormenorizada e, trabalhando numa empresa grande, facilmente chegavam a mim. Ora, não me convém expor-me assim. Não tenho nada a ganhar e muito a perder. Fui avisada por uma amiga e acabei por lhe dar razão. No entanto, percebi que, até no blogue, o que digo tem limites! Senti-me encurralada, como se tivesse perdido a minha liberdade, mas, como em tudo na vida, não deverão existir limites à nossa liberdade? Será que devemos dizer sempre o que queremos, ou é para isso que servem os diários? Vocês limitam-se ou estão-se literalmente nas tintas?

Por outro lado, até que ponto não me iria arrepender de falar de outra pessoa? Isso não faz de mim uma pessoa mesquinha? Quer dizer é melhor falar de ideias, coisas e acontecimentos do que de pessoas, certo?

Além disso, é melhor não me queixar. Tentar ser mais grata pelas coisas boas e por as más de lado. Pode ser que com o tempo deixem de ter importância...Gratidão pelas coisas boas em vez de me focar no que está mal?

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Livro acabado, venha o próximo :)

"Carrie McClelland é uma escritora de sucesso a braços com o pior inimigo de qualquer artista: um bloqueio criativo. Em busca de inspiração, ela decide mudar de cenário e visitar a Escócia, onde se apaixona pelas belas paisagens e pelo Castelo de Slain, um lugar em ruínas que lhe transmite uma inexplicável sensação de pertença e bem-estar..."
Não sei o que se passou comigo e com este livro, mas eu deitava-me muito depois das 2h da manhã e acordava às 8h só para o ler. Só parei quando o acabei. Trata-se de um romance histórico, que tem por base as revoluções jacobinas na Escócia (em termos temporais é anterior aos da Diana Gabaldon). É também um romance muito bem escrito e uma forma divertida de se aprender factos históricos. Simplesmente adorei-o!!

sábado, 3 de outubro de 2015

Quero a meia estação de volta!

 

Gosto dos dias simples de Outono e de vestir roupa quentinha e ir passear à Serra. Gosto da normalidade de todos os outros dias...

Mas gostava mais do Outono do meu passado, das roupas de meia estação, do fresco e da brisa, sem a chuva e o frio, mais típicos de Inverno. Das roupas laranja, castanhas, bordeaux. Das tonalidades com que as ruas ficavam. Dos chás e sconnes. Das conversas de café. Agora, tanto está calor de Verão, como frio de Inverno, parece que a meia estação desapareceu!
No dia em que voltei de férias tinha uma tarefa para fazer (dada a todos na semana anterior) cujo prazo acabava naquele dia. Ainda que me tenha sido concedido mais prazo terei de analisar cerca de 50 processos por dia e isso leva tempo... Amanhã vou para a empresa trabalhar (a seguir a ir votar) e na próxima semana toda tenho a leve suspeita que ficarei a trabalhar até tarde todos os dias. É que além da tarefa extra, tenho também o meu trabalho normal. Suspeito que o efeito das férias passará muito em breve...

Ainda assim é apenas uma constatação. Esta tarefa serve para me ajudar a cumprir os meus objectivos de futuro e não me importo de fazer um esforço agora para depois tirar proveito. No entanto, não devo vir muitas vezes, nem a este blogue, nem aos outros...