domingo, 25 de outubro de 2015

Adoro esta música!!



Take my mind
and take my pain
like an empty bottle takes the rain
and heal, heal, heal, heal

and take my past
and take my sense
like an empty sail takes the wind
and heal, heal, heal, heal

and tell me somethings last,
and tell me somethings last

sábado, 24 de outubro de 2015

O bom dos dias chuvosos?


Experimentar as minhas novas formas e fazer mini bolos :)


Alguém me sabe dizer como é que eu faço para secar a roupa se chove todos os fins de semana?

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Ódiozinho de estimação

Que olhem para mim enquanto como! 
 
Quando era criança tinha um livro com um arco-íris na capa que tinha duas estórias. Uma das estórias era sobre uma princesa que nunca comia em frente ao seu príncipe e à noite ia para a cozinha comer às escondidas. Nessa altura, por vezes, criticavam-me por pôr comida demais na boca. E eis que me ficou até hoje.
 
Hoje à hora de almoço fui uma das primeiras a chegar ao restaurante e sentaram-me perto da cozinha. Ora, eu estava a comer e os empregados ali especados a olhar. 5 ou 6 a olhar todos na minha direcção. Fui cortando pedacinhos muito pequeninos de pizza para comer  e fingindo que estava na internet do telemóvel até que os mesmos começaram a dispersar...
 
Já há uns dias um colega meu falou comigo e eu, sem dar conta, respondi-lhe  com comida nas bochechas, ao que ele me disse que eu parecia um hámster a armazenar comida. A partir de agora vou para debaixo da mesa comer... ou virada para a parede.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Eu sou meio paranóica...

Quando ouço críticas a pessoas, seja quem for, ou penso logo que são dirigidas a mim, ou começo a pensar se me revejo na crítica. Se, por exemplo, vejo um vídeo que fala dos tipos de amigas, penso logo nos meus defeitos e naquilo que não posso fazer e que, eventualmente, estarei a incomodar as pessoas. Se uma amiga me diz que determinada característica lhe faz confusão, penso logo se terei essa característica ou não e nas desculpas porque será até aceitável ter essa determinada característica. Desculpo defeitos de terceiros, perante o meu interlocutor, porque penso que somos todos falíveis e que, provavelmente também eu tenho o mesmo defeito. Faço sempre de advogada do Diabo e acabo por ser bem chata nas conversas, porque defendo sempre o outro lado.

Não julgues os outros se fazes igual? 

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Estou a ficar muito chataaaa

Sabem aquela rapariga chatinha que está sempre na frente da sala de aula e que no final de cada lição repete tudo o que o professor acabou de dizer por outras palavras e pergunta: “não é”? Eu costumava odiá-la! Agora, acho que me estou a tornar nessa rapariga na maneira como comento as coisas!! 
 Oh cortem-me os pulsos!!
A “C” é chefe. Foi a minha chefe. Mudaram-lhe a equipa, depois de ter ensinado tudo o que sabia a uma equipa, deram-lhe uma equipa nova. Passa o dia a ensinar a nova equipa. A responder a e-mails, a ensinar como se fazem as coisas, a esclarecer dúvidas, a fazer relatórios e tudo o mais que mandam fazer.
Durante o dia vem o “E” e faz da “C” psicóloga, pede conselhos, queixa-se e pede apoio. No fim do dia, vem o “D” e queixa-se do “E” à “C”, que o “E” não lhe liga, que não sabe o que fazer, que não gosta da equipa, que é injusto e quantas mais cusquices tiver para contar.

Mais ao fim do dia, depois de quase todos se terem ido embora, aparecem ainda o “F” e o “G” e sentam-se um de cada lado da “C” e queixam-se, dizem-lhe que ela não percebe, falam mal dos anteriores, do trabalho e da vida… 

A “C” sai tarde porque ouviu toda a gente, teve disponibilidade porque ter disponibilidade é muito importante, é um factor muito valorizado. E eu vou para casa de coração apertado. Queria que a “C” que, mais que chefe sempre foi líder, sempre ajudou e sempre ensinou fosse muito mais feliz, fosse ouvida e tivesse mais tempo para ela. Por vezes, antes de me ir embora, vou-lhe dar um abraço ou um beijinho. Pergunto se posso ajudar. Não posso fazer mais. Posso desejar que um dia ela tenha tudo o que mereça e seja muito feliz.

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Velhice?

Já há algum tempo que ando muito isolada, nada de passeios, festas, bares ou discotecas... Começa-me a fazer falta, mas depois lembro-me da última vez que estive numa discoteca e que quase me deixei dormir às 3 da matina... Estou velha. Por dentro, estou velha! Há pessoas bem mais velhas que eu que se divertem bem mais que eu e até bem mais tarde. 

Tenho de arranjar maneira de sair do marasmo!

Deslumbramentos...

Quando tinha cerca de três anos a minha mãe chegou ao pé de mim e beliscou-me a mão. Depois disse-me: “Dói, não dói? Dói-te tanto na tua mão, como na minha. Somos iguais e eu também tenho direitos e deveres.” Isso marcou-me profundamente até hoje. 

As pessoas são iguais, dói tanto a um, como a outro. Não acredito em pessoas superiores, especiais, ou em Deuses a caminhar à face da terra. Somos todos iguais, uns mais capazes numas coisas, outros noutras, mas sentimos da mesma maneira e todos temos sangue a correr nas veias. 

Se calhar por isso nunca gostei de ter chefes… sigo líderes, pessoas que merecem a minha confiança, mas tenho um grave problema com que se acha superior a mim, como se estivessem num patamar inatingível.

domingo, 18 de outubro de 2015

Um objecto que me descreva...



"Finalista do Man Booker 2005
Vencedor do Whitbread para primeiro romance 2005
A Fábrica de Seda Harmonia é a loja de têxteis gerida por Johnny Lim, um camponês de nacionalidade chinesa que vive na Malásia rural, na primeira metade do século vinte. É a estrutura mais imponente da região, e aos olhos dos habitantes do Vale Kinta, Johnny Lim é um herói - um comunista que lutou contra os Japoneses quando estes invadiram o país, disposto a sacrificar a vida pelo bem do seu povo. Mas para Jasper, o filho, Johnny é um vigarista e um colaborador que traiu o povo que fingia servir e a Fábrica das Sedas não passa de uma fachada para os seus negócios ilegais. Centrando-se em Johnny a partir de três perspectivas - a do filho já adulto; da esposa, Snow, a mulher mais bela do Vale Kinta; e do seu melhor e único amigo, um inglês sem eira nem beira chamado Peter Wormwood - o romance revela a dificuldade de conhecer outro ser humano e como as suposições que fazemos dos outros determinam quem somos." 

Este foi sem dúvida um livro marcante na minha vida. Já o li há uns anos atrás e é daqueles livros que eu nunca vou dar e quero ter sempre perto de mim. 

Conta uma estória a três vozes, cada um com uma perspectiva diferente dos mesmos factos. Lembro-me de ter iniciado o livro a odiar um personagem e quando acabei o livro, depois das três perspectivas já o compreendia. É sem dúvida um livro a reler, assim que possa!