Há pouco tempo li um artigo sobre como ter uma
mente optimista. Nesse artigo enunciavam alguns dos problemas das pessoas pouco
optimistas ou nervosinhas, como eu. Identifiquei-me tanto com alguns pontos que
resolvi partilhar.
1 . Não tire conclusões precipitadas. -
Não fazer julgamentos precipitados. O querer saber tudo faz-nos tirar muitas
vezes conclusões que não correspondem à verdade. A nossa mente leva-nos a fazer
filmes de coisas simples. O melhor é relaxar e não ligar tanto ao que se passa
à nossa volta.
2. Não leve as atitudes dos outros que nos
magoam a peito. - Não precisamos de ficar ofendidos por tudo e por nada.
Não sabemos a vida das outras pessoas e, por vezes, as pessoas podem estar a
passar um mau bocado. Caso nos queiram mesmo magoar, o melhor a fazer é afastarmo-nos,
na medida do possível, dessas pessoas.
3. Não responda a todo o tipo de provocações.
Simplesmente ignore. - Infelizmente existem pessoas que estão sempre a
provocar por maldade. A melhor saída é não dar troco. Se as pessoas perceberem
que não nos afectam pode ser que deixem de nos provocar. Podemos sempre dizer à
pessoa em causa que com os ânimos exaltados não conseguimos conversar e que
iremos esperar que essa pessoa se acalme.
4. Não crie expectativas. - Este
para mim é o pior, porque estou sempre a sonhar acordada e a planear as
coisas... Moldamos as nossas atitudes a pessoas ou momentos especiais, mas eles
não existem. O melhor é vivermos para os momentos reais em vez de fantasiarmos
tanto com o que irá acontecer. Aproveitar o agora :)
5. Temos de nos valorizar. - Sermos os
primeiros a acreditar em nós próprios, a mimarmo-nos e a gostarmos de nós. Ser os
primeiros a termos orgulho em quem somos. E se há algo que não gostamos, porque
não melhorarmo-nos?
6. Comece sempre o dia com um sorriso. -
Se formos afáveis e bem-educados, de certeza que receberemos mais sorrisos de
volta.
7. Faça o que lhe apetece sem pensar nos
outros. - Agir de acordo com os nossos desejos e vontades sem pensar na
moralidade dos outros. Para de tentar agradar a terceiros sacrificando as
nossas próprias vontades e gostos. (Claro que respeitando a liberdade dos
outros para fazer o mesmo!)

