domingo, 6 de setembro de 2015

Refugiados!

Para uma explicação do que está a acontecer podem ver melhor AQUI. 

Infelizmente acerca deste assunto já se ouviu de tudo. Ai os nossos pobrezinhos em Portugal, ai os nossos empregos e até teorias da conspiração (em que se estaria a tentar enviar terroristas para a Europa para a construção de um Califado, uma vez que países como a Arábia Saudita, o Qatar, os Emirados Árabes Unidos, Kuwait não estão a aceitar refugiados).

Para mim, tudo desculpas de quem não vê que são pessoas iguais a nós, que podíamos ser nós e que todos temos o dever de ajudar.

Abaixo os muros e as fronteiras e vamos AJUDAR! Podem ver mais AQUI.

De resto só posso acrescentar que durante 19 anos da minha vida vivi ao lado de um prédio com refugiados, de Timor e da Bósnia e sempre nos demos bem. Não, não vivem como reis e senhores e  não, não roubam empregos. Muitos só querem uma vida melhor. Voltar para os seus países e viver em paz! Cabe-nos a nós ajudar!

Conversas de cabeleireiro

Dizia-me ontem uma senhora (que arranjava os pés ao meu lado): "Podemos estar muito em baixo, muito tristes, mas temos sempre de por uma cara alegre!"

Eu não concordo. Ou melhor, eu não consigo! Eu se estou triste não consigo sorrir e fingir que está tudo bem. E quando estou feliz extravaso!

Dizia ainda  essa senhora por entre dentes e com algum medo: "Eu só vou dizer isto uma vez, mas estamos a voltar ao Estado Novo. Os ricos estão cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres."

De seguida falámos das penhoras que as Finanças fazem às pessoas, de algumas que se chegam a suicidar e da pobreza em geral, do mal que se ganha e dos direitos que se vão retirando aos trabalhadores. Quando chegámos aos recibos verdes foi a vez da pedicure falar dos descontos que faz e do mal que se recebe.

No fim a senhora colocou uma cara alegre e falou das netas e da cor do verniz que pode ou não pôr para não vir a ser criticada, que a vida é para a frente e sempre com cara alegre (apesar de todo o peso e revolta que as pessoas vão carregando no peito)!

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Em baixo...



 Não ando bem!!

Cada vez engordo mais e não percebo porquê! 

Estava à espera de boas notícias para este mês e vou ter de adiar mais um pouco. 

Deixo-me afectar por tudo, opiniões alheias, bocas, notícias, mudanças... 

Segundo uma amiga não tenho filtros e confio muito nas pessoas. (Pelos vistos não aprendo!)

Há dias em que tudo custa horrores e até o trabalho normal parece de outro mundo. Dias em que me esqueço de como se escrevem as palavras e me engano imensas vezes. Dias em que tenho que rever tudo. Dias em que ando à volta nas rotundas por não me lembrar da saída certa. Dias em que saio na saída anterior da autoestrada e só ao fim de algum tempo me dou conta que estou completamente perdida.

Ando cansada, desiludida e a precisar urgentemente de descansar... (este último fim de semana foi passado a trabalhar)

Às vezes custa construir e viver na nossa bubble of happiness.

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Caladinha



Lembras-te dos livros de educação sexual que lias na biblioteca em pequena porque estavas calada? A vida é assim! É um livro de carácter sexual que é proibido ler. Se fores uma pessoa calada, as pessoas confiam em ti e contam-te coisas. Se andares sempre preocupada e fizeres comentários, as pessoas não confiam em ti e não te contam nada. A preocupação é a mesma, todos nos preocupamos de vez enquanto, mas o resultado é bem diferente!

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Da razão alheia!

Às vezes custa entender a verdadeira natureza das pessoas! Cada pessoa tem diversas máscaras que mostra conforme a situação em que se encontra. É difícil "descascar" todas as camadas de uma pessoa, pois existem sempre coisas que cada pessoa guarda para si própria. 

Muitas vezes a nossa perspectiva de vida e visão das coisas difere daquela que é das outras pessoas e isso gera mal-entendidos, mau-estar, mágoa e até inveja. Não existe ninguém com uma vida perfeita, mas muitas vezes a nossa imaginação/percepção está a "léguas" da verdadeira realidade dos outros. Engana-mo-nos e somos enganados pelas nossas perspectivas, pelos exageros, pelas histórias que nos contam, pela ênfase que se dá a certas palavras ou factos, pelo que se esconde e que é tão importante...

Por vezes, podemos todos ter razão, cada um na sua realidade, cada um na sua perspectiva!
 
Eu não tenho o direito de saber tudo das outras pessoas, de saber como elas pensam, o que escondem, o que exageram, mas, por vezes, a parte que elas não mostram, não contam, explicaria muita coisa...

No fim o melhor a fazer é ter paciência, dar tempo ao tempo e ir tentando conhecer mais camadas, perceber o porquê das pessoas - a sua razão.

domingo, 23 de agosto de 2015

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Perguntinha inocente

Na sequência das últimas discussões que tive com as minhas amigas fica a questão: Homens peludos ou depilados? E porquê?

Encontrar paz!


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Novo emprego, mais treze quilos e menos tempo!
Nem sempre podemos fazer coisas que adoramos, ou sequer trabalhar nas condições que queremos. Não tenho contrato, estou numa empresa grande, com um trabalho intenso e a recibos verdes, mas ao fim de quase dois anos estou a perder um pouco do “naïf” e a perceber quem é quem. Começaram as surpresas e as decepções. E eu quando me desiludo dificilmente recupero a confiança… Mas também aumentou o conhecimento daquilo que estou a fazer, a confiança em mim mesma e no meu trabalho e o não me deixar atingir por qualquer coisa.
Continuo no ginásio. Já intercalei com outros, deixei de ir e voltei. Nem sempre tenho tempo, mas Segunda-feira fujo sempre do trabalho a horas para ir ao Body Balance. Preciso de acalmar!
Aproximei-me de algumas pessoas, afastei-me de outras e fui-me apercebendo que no trabalho, salvo raríssimas excepções, as pessoas são sobretudo colegas, não amigos. Muitas vezes são concorrentes com agendas próprias que pensam em si mesmo primeiro e se tiverem que prejudicar colegas não hesitam. Infelizmente na vida pessoal também há pessoas assim, mas quanto a essas ninguém me obriga a conviver com elas, ou sequer a vê-las.
Não quero mudar de emprego, não quero voltar a sentir que falhei, ou que não tive estômago para aguentar. Quero ser mais resiliente!
Por outro lado há coisas que quero mudar… viajar mais, sair mais, arrumar as minhas coisas: casa e cabeça. Quero acalmar e libertar a pessoa que sinto que tenho presa cá dentro!

domingo, 14 de outubro de 2012

Mudanças...





Nas últimas semanas o meu mundo mudou e ensinou-me coisas novas. Às vezes as coisas mais simples são as mais complicadas de se nos entranharem na cabeça. Uma delas aprendi há alguns meses atrás. Devemos sempre estar gratos e lembrarmos todos os dias das coisas boas que temos. Mas quando o mundo todo parece desabar e não se avistam soluções, esta premissa é extremamente complicada.

Outra coisa que fui aprendendo é que eu não tenho de viver para os outros. Pelo menos não mais do que eles vivem para mim. Em primeiro lugar tenho de ser feliz e preocupar-me comigo, só depois poderei dar o meu melhor. E devo sempre dar o meu melhor! Quando nos sentimos perdidos é complicado descortinar as coisas que nos fazem felizes e vamos desabando aos poucos. A névoa instala-se e o mundo parece cinzento. 

“Cada um tem de mim exactamente o que cativou”, Charles Chaplin. Apesar de dar sempre o meu melhor, para eu ser feliz também tenho de me sentir amada. Não tenho o direito de ter expectativas, de achar que me devem amar da mesma maneira que eu amo e que devo receber na mesma medida em que dou. Mas tenho o direito de decidir o que me faz feliz, quem me faz feliz e de o ser. Tenho o direito de reorganizar a minha vida, as minhas prioridades e de mudar os meus desejos e gostos.

A minha felicidade revela-se no brilho do meu olhar quando vejo as pessoas, na força do abraço e no sorriso com que me deixam quando se vão embora. Mede-se pelo tamanho das saudades! Pelo sorriso das lembranças. E, apesar de algumas lembranças serem boas, são apenas isso: boas lembranças de algo que fez parte da minha vida!

­­­­­­­Para ser feliz vou dar valor a quem me dá valor, se preocupa comigo, se lembra de mim e, especialmente, a quem me faz sentir bem e me põe um sorriso no rosto!

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Não sei sobre o que escrever... A verdade é que este blog não é nem carne, nem peixe. Nunca existiram temas específicos. A certa altura comecei a achar que tudo o que escrevia eram banalidades. Alguns posts são mais sérios mas a maioria retrata o meu dia-a-dia e as minhas parvoeiras. 

Neste momento não encontro inspiração para escrever aqui. Quando a inspiração voltar eu volto, mas com algo diferente e esperemos que mais profundo.

Até já!